A Prefeitura de São Paulo encaminhou à Câmara Municipal um projeto de lei que atualiza a Planta Genérica de Valores (PGV) a partir de 2026 e altera os valores do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). A proposta mantém a chamada “trava”, que limita o reajuste do imposto em até 10% para imóveis residenciais e até 15% para imóveis comerciais.

A atualização do valor do metro quadrado da cidade é obrigatória a cada quatro anos e influencia diretamente o cálculo do IPTU, já que o tributo é baseado no valor venal dos imóveis. Esse valor pode sofrer alterações devido a fatores como melhorias urbanas. No caso das residências, a alíquota aplicada é de 1% sobre o valor do metro quadrado multiplicado pela área total do imóvel.

O projeto também traz mudanças nas regras de isenção. Atualmente, imóveis com valor venal de até R$ 120 mil têm direito à isenção total do IPTU. Se aprovada, a nova lei elevará esse limite para R$ 150 mil. Outra alteração beneficia contribuintes que possuem apenas um imóvel: hoje, a isenção é concedida para valores de até R$ 230 mil; a proposta amplia o limite para R$ 260 mil. Já os imóveis com valor venal entre R$ 260 mil e R$ 390 mil terão redução no imposto.

“Teremos mais imóveis com redução de impostos do que com correção”, declarou o prefeito Ricardo Nunes (MDB).

Quer continuar atualizado sobre o mercado imobiliário? Então se inscreva na nossa Newsletter. Todas as terças e sextas, às 7:15, nós enviamos no seu e-mail as principais notícias do mercado Imobiliário. Vejo você lá!

Informações retiradas de Estadão